quarta-feira, 12 de maio de 2010

sorte

ontem, conversando com um amigo, consegui congelar alguns pensamentos. a gente nunca sabe direito o que fazer da vida ou se isso é totalmente certo ou errado. muitas vezes sentimos o controle em nossas mãos, o que nos trás um sentimento de poder sobre as coisas. pura balela, meu amigo. provavelmente você é como os 190 milhões de brasileiros, cheios de medo do que pode ser o próximo passo da vida (e putos com o dunga, claro).

acho que a maioria dos nossos problemas está em decidir. está na consequência da decisão ou na curiosidade de tentar as duas situações, mesmo sendo impossível. para isso, tentamos assimilar nosso dia-a-dia de forma a saber o que sempre é melhor, de acordo com o que você acredita. ou a gente aprende a ser sozinho, independente, sem se importar com opiniões alheias ou a gente se apega ao lado emocional, tentando abstrair nossos sentimentos com a ajuda de quem está por perto e disposto - o que pode ser totalmente cansativo, se falarmos em energia.

eu não faço a menor idéia do que é bom ou é ruim, do que é feio ou bonito, do que é grande ou pequeno. eu faço idéia do que pode ser saudável, de acordo com o que eu desejo. e tentando fazer uma análise (que pode ser frustrada), concluo que o desapego de sentimentos, coisas e pessoas, parece ser a solução mais plausível para a paz interior.

e eu quero ir pra lisboa.




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