quarta-feira, 27 de outubro de 2010

papapai

adaptar a saudade à vida é arduo. machuca, corrói, descontrola...

mas quando a saudade vira lembrança, fica gostoso sentir. o abraço maior do mundo, a risada alta e a mão firme com veias grandes... é bom saber que está tudo bem, que a poeira abaixou e que você agora faz parte da imensidão que um dia eu quero conhecer.

de um jeito lúdico te imagino sentado em uma nuvem, coçando o seu bigode e rindo da vida que passa.

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