quinta-feira, 14 de julho de 2011

phoenix

tô viciada em phoenix. nada mais toca no meu ipod/iphone que não seja phoenix. dia e noite, noite e dia e está lá aquela música que levanta todos os pêlos do meu braço.

o cd que mais gosto é o wolfgang amadeus phoenix e você pode procurar por aí que tem pra baixar. aliás, aqui vai um salve à uma graaaaaaaaaaaaande pessoa que atravessou meu rio há uns anos atrás e me fez o imenso favor me apresentando essa banda - marcelo*, êêêêêêêê!!!

e pra dividir a minha emoção (porque música é totalmente emoção), segue uma versão bem bacana de lisztomania, primeira música do álbum que citei acima. a propósito, faço um convite público ao thomas mars: larga a sofia coppola e fica comigo (aham cláudia, senta lá...).




* Meu bem, se você ler isso aqui, estou com saudades!!! Apareça!

simulando crise

cenário: godofredo
personagens: clara e fernanda
sentido: o de sempre - tomar devassa loira, paquerar o garçom, abraçar a patrícia e comer tapioca. 

pedimos a conta cedo, 21h45. ah, quarta-feira, né? vamos embora, deleitar nossa família e nossa casa, dormir cedo, cuidar da pele, ver novela, rezar um pai-nosso... o diálogo final me matou, a conclusão da proximidade dos 30 me fez perceber que além de me tornar mulher, estou me tornando velha:

- é amiga, só três cervejas e já estamos indo pra casa.
- pois é... - suspirei
- daqui a pouco vamos sair para jogar biribinha, fazer aulas de crochê, participar do clube do livro...
- puta que pariu! eu já faço parte do clube do livro!!!!
- ih amiga, fudeu...

nota mental: tentando superar até agora, repensando seriamente se continuo ou não fazendo parte do clube do livro, ou se vou pra balada com meu salto alto vermelho e minha mini-saia 30 cm. 

segunda-feira, 11 de julho de 2011

amortecedores, amor tece dores

é preciso ter força para aguentar a angústia das escolhas que se faz. consciência, lucidez e compromisso com as transformações. limpar as máscaras altruístas e fazer o bem desapropriado de qualquer tipo de vaidade. abandonar a passividade, jogar o sofá fora, abrir o caminho e enxergar prosperidade dentro da sua criação mental: porque você quer, você consegue. compartilhe suas boas energias, crie um rompante para a mudança interna, seja grande portador da troca mútua, abrace com calor e receba o afeto com amor. não se desespere se a vida tomou outro percurso, seja feliz com o "pouco" que está ao seu alcance. aprenda a entregar, aceitar, confiar e agradecer.

tá, né!

tenho uma dificuldade enorme em entender as minhas emoções. acredito piamente que todas as mulheres tem um "quê" bipolar onde um sentimento maravilhoso pode se transformar na coisa mais assustadora em, aproximadamente, 5 minutos.

ninguém está pronto às mudanças da vida. você tem um planejamento e por mais minucioso e sistemático que ele seja, pode ser transformado e até mudado em um piscar de olhos. tudo a nossa volta é tão vulnerável que manter o controle alinhado entre mente e coração é uma tarefa fácil só para àqueles que possuem um vasto (e põe vasto nisso) currículo em dalai lama.

ninguém pede perfeição, mas vai chegando uma idade da vida que errar passa a ser inaceitável e desumano. você exige de si mesmo a melhor postura, o melhor portfólio, as melhores experiências... o tempo está voando e isso me lembra o super homem, que continua o mesmo. peter pan podia ser meu vizinho para emprestar uma quantidade razoável do pó mágico da nossa digníssima sininho, enquanto penso em torturar matthew barrie por ter inventado essa porra de terra do nunca.

nessa de não conseguir paralisar um sequer segundo do tempo, parafraseio chico e caetano quando em 1975 resolveram se unir em prol do "a gente vai levando, a gente vai levando". afinal... vocês sabem, né? nem com toda fama, toda brahma, toda chama e toda façanha a gente vai ter certeza sobre os casos e acasos dessa vida louca.