quinta-feira, 8 de março de 2012

pirando na cidade luz por woody allen

eu já devo ter falado sobre o woody allen aqui. pois é, eu vou falar de novo.

comprei um dvd pirata em um bar semana passada, meia-noite em paris. toda aquela coisa, né? eu fui pra paris no final do ano, eu escutei aquela valsinha feliz em todos os metrôs, eu me apaixonei pela torre eiffel full time, eu (quase) chorei quando avistei o arco do triunfo e meu coração se partiu em dois quando entrei no café les deux moulins e me senti a amelie poulain por um nano segundo.

desde o início eu sabia que se tratava de uma película do nosso amigo woody, mas mesmo assim achei que seria "vítima" de um filme extremamente romântico daqueles que escolhemos para ver na fossa, com um pote de brigadeiro do lado direito e um pote de pipoca com fondor do lado esquerdo (congruência gastronômica típica da tpm). não li crítica e nem release, fui lá, comprei e assisti.

"que bosta" seria a minha primeira consideração se eu fosse um pouco mais cética e reclamona (e claro, se eu entendesse minimamente o que é cinema). terminei o filme em gargalhadas, sem entender porque diabos esse ser humano esquisito como o woody allen é capaz de pensar em um roteiro tão maionese airlines onde o personagem principal entra em um pegeout dos anos 20, volta no tempo e encontra na bohemia, nada mais nada menos que, o casal fitzgerald (zelda e scott), ernerst hemingway, gertrude stein, pablo picasso, henri matisse, praticamente toda a "geração perdida" da época... não compreendo.

olha, o filme não faz o menor (MENOR) sentido, mas puta que pariu minha sogra; corey stoll eu aceito casar com você e obrigada por não ser o hemingway da vida real (puta cara chato).

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