quarta-feira, 18 de abril de 2012

hay en mí algo que está cambiando

"para triunfar debes saber definir con claridad, lo que deseas y lo que haz alcanzado. porque hay que distinguir dónde empezar, apreciando el camino avanzado, sabiendo con exactitud adónde quieres llegar. pero desde hoy en adelante nunca más confundas éxito con triunfo o con victoria.

para iniciarte en el arte de triunfar lo primeiro es autoconocimiento. esto lleva a la autoconfianza y a nuevos resultados. conocerte bien significa entre otras cosas, conocer tu potencial, tus conocimientos, habilidades y experiencia, y tambíen tus puntos débiles y límites.

autoestima é quererte más, apreciarte y valorarte más. es empezar a confiar más en ti mismo y en tu potencial, que és infinito. la autoestima que nace del conocimiento de sí mismo no tiene precio. es la sensación más satisfactoria, terapéutica y productiva que existe en mundos como este.

la autoestima, que nace del autoconocimiento, es decir, del aprendizaje continuo, del crescer hasta las estrellas y de cambiar tu actitud y tus resultados te permite creer, creer más en ti mismo y en tu futuro. trazar nuevos proyectos y lograr lo que pocos logran en una sola vida: obtener nuevos resultados."

suryavan solar

segunda-feira, 9 de abril de 2012

job(s) para a vida

descobri um remédio que não é tarja preta e nem fabricado em laboratório seja ele farmaceutico ou manipulado artesanalmente. é totalmente natureba, sem adição de alcool (dependendo da sua opção em ser um intelectual ou não), sem dependência química e extremamente útil para sua inteligência e estímulo cerebral.

steve jobs, a biografia. isso mesmo, amiguinho. aquele livro enorme, super clichê, o mais vendido do mundo e todos esses "bla bla blás" populares que você aí sentadinho, adora julgar como "ah pára, que coisa ridícula". pois é, não é nada ridículo. é espetacular.

de uns tempos pra cá, adquiri 5 novas biografias: livros sobre woody allen, audrey hepburn, david olgivy e por aí vai. eis que ganhei de aniversário mais dois, furacão elis e, claro, steve jobs. não relutei e priorizei de todas as últimas aquisições, aquele senhorzinho charmoso e magro derrotado por um câncer depois de "milionarizar-se" fantásticamente com computadores antigamente construídos chip a chip e que agora são tendência do século vinte e um.

vejam vocês, o livro tem 600 páginas e eu ainda, humildemente, estou na 110. mas cada linha vencida dessa obra escrita por walter isaacson me deixa embasbacada de como as coisas que realmente precisam acontecer, acontecem independente de aparência, dificuldade em qualquer grau, recurso ou etc.

o percurso parece ter sido - e de fato foi - muito complicado, difícil, demorado. mas depois de entender jobs como um hari krishna dotado de uma energia indomável, porém extremamente polêmico, mal educado, fedido e desorientado, posso acreditar que todo e qualquer sucesso está ao alcance até do ser humano mais maltrapilho e chato, o que indefere da intenção que há em suas ações e consequentemente coração (sem querer ser super otimista, mas já sendo).

bem muito me identifiquei ao conhecer o "campo de distorção da realidade" de jobs, e me senti astuta por reconhecer algumas mediocridades que várias pessoas tem o desespero de esconder - não esconda, é você, por mais retardado que seja... vale usar o exemplo do cinquentão charmoso (e falecido), parando de reclamar sem andar descalço e fazer alguma coisa para mudar a vida. ou o mundo. vai saber se você é um gênio, né...

quarta-feira, 4 de abril de 2012

é verdade, ela existe

achei que essa parada de inveja fosse utopia. sou daquelas conhecidas por gostar de todo mundo, e na inocência nunca consigo perceber nitidamente quando as pessoas estão sendo boas ou ruins. nem culpo com veemência quando se está sendo ruim, você também é ruim por ora - todo mundo é.

o difícil é perceber que tudo começou por um erro seu. erro de confiar, erro de acreditar, erro em fechar os olhos, botar a mão no fogo e se queimar loucamente. foi uma opção sua promover uma pessoa "x, y, z" para ser aquela que poderia saber tudo sobre sua vida, emocional, sexual, profissional, todos os "al" possíveis e imagináveis - sem entrelinhas.

é, eu tô falando por experiência própria mesmo. eu vesti a blusa do orgulho ferido e da decepção. quero gritar ao mundo que sacanagens acontecem e que, se elas acontecem, é por pura bobeira sua. aquela bobeira de confiar e de não enxergar claramente o que a inveja faz - e faz calada, na surdina, porque é completamente envergonhada e cínica. e eu que a achei utópica e até lúdica, hoje sinto na pele que as pessoas são ferozmente capazes de te magoar por pura vaidade.

acontece...

em 1880 emily disse...


na íntegra:

"a minha vida fechou-se duas vezes antes de fechar...
  mas fica por saber 
  se a imortalidade
  me revela um evento maior
  
  tão largo, tão incrível de pensar
  como estes que sobre ela duas vezes tombaram.
  partir é tudo que sabemos do céu,
  tudo o que do inferno se pode precisar."

emily dickinson, com tradução de ana luísa amaral, extraído do 'não me culpem pelo aspecto sinistro'.

o plus do aspecto sinistro

é comprovado cientificamente que todos tem "direito" à estafa? em uma fase assim, caí no lugar que deveria, blog do jornalista almir de freitas, colunista de cultura da bravo!, quase um novo amor para sarar as lacunas vazias e dar um gás na energia positiva dona do dia a dia.

"não me culpem pelo aspecto sinistro" pode ser considerado por mim, simpatizante por coisas lindas, interessantes, bacanas e relativamente cults (eu não tenho medo de dizer que sou cult), um dos blogs mais feras do século vinte e um.

por fábula do destino e pela minha puta sorte em conhecer coisas/pessoas fantásticas, estou promovendo o almir ao meu novo - e único - ídolo oficial (já que nunca tive um, e a história de ser vice-presidente do fã clube do capital inicial na adolescência é página virada).

deleitam-se com ele.