segunda-feira, 9 de abril de 2012

job(s) para a vida

descobri um remédio que não é tarja preta e nem fabricado em laboratório seja ele farmaceutico ou manipulado artesanalmente. é totalmente natureba, sem adição de alcool (dependendo da sua opção em ser um intelectual ou não), sem dependência química e extremamente útil para sua inteligência e estímulo cerebral.

steve jobs, a biografia. isso mesmo, amiguinho. aquele livro enorme, super clichê, o mais vendido do mundo e todos esses "bla bla blás" populares que você aí sentadinho, adora julgar como "ah pára, que coisa ridícula". pois é, não é nada ridículo. é espetacular.

de uns tempos pra cá, adquiri 5 novas biografias: livros sobre woody allen, audrey hepburn, david olgivy e por aí vai. eis que ganhei de aniversário mais dois, furacão elis e, claro, steve jobs. não relutei e priorizei de todas as últimas aquisições, aquele senhorzinho charmoso e magro derrotado por um câncer depois de "milionarizar-se" fantásticamente com computadores antigamente construídos chip a chip e que agora são tendência do século vinte e um.

vejam vocês, o livro tem 600 páginas e eu ainda, humildemente, estou na 110. mas cada linha vencida dessa obra escrita por walter isaacson me deixa embasbacada de como as coisas que realmente precisam acontecer, acontecem independente de aparência, dificuldade em qualquer grau, recurso ou etc.

o percurso parece ter sido - e de fato foi - muito complicado, difícil, demorado. mas depois de entender jobs como um hari krishna dotado de uma energia indomável, porém extremamente polêmico, mal educado, fedido e desorientado, posso acreditar que todo e qualquer sucesso está ao alcance até do ser humano mais maltrapilho e chato, o que indefere da intenção que há em suas ações e consequentemente coração (sem querer ser super otimista, mas já sendo).

bem muito me identifiquei ao conhecer o "campo de distorção da realidade" de jobs, e me senti astuta por reconhecer algumas mediocridades que várias pessoas tem o desespero de esconder - não esconda, é você, por mais retardado que seja... vale usar o exemplo do cinquentão charmoso (e falecido), parando de reclamar sem andar descalço e fazer alguma coisa para mudar a vida. ou o mundo. vai saber se você é um gênio, né...

Um comentário:

  1. "posso acreditar que todo e qualquer sucesso está ao alcance até do ser humano mais maltrapilho e chato" e aqui estou eu advogando após uma adolescencia rebelde e roqueira. me identifiquei, espero que o sucesso me identifique, risos.

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