sábado, 14 de julho de 2012

rebento de potira

bartira, quem diria... cresceu, renasceu e se inventa, sempre dentro de um conto, voz e violão, flauta e acordeón. completamente apaixonada, entendendo que acelerar o coração é uma oportunidade de engrandecer a alma, acalmar a pele e anestesiar os olhos em ilusões saudáveis, feitas pra sorrir. é a paz que vem de fora para dentro, é o entupir de emoção, é tremer o corpo em desejo de viver aquele desconhecido com sede e vontade, imersa em suavidade que faz poesia - naturalmente.

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